
É que depois me perguntavam por que é que eu gostava dele, mas eu nunca sabia responder. Talvez porque ele me fizesse bem quando sorria. Talvez porque ele me fizesse querer dançar no meio da chuva - mesmo com medo de pegar gripe - e até me desse vontade de escrever essas coisas tortas e bobas que escrevo a seguir. Talvez porque ele fizesse com que borboletas morassem dentro de mim. Talvez até porque ele me transformasse nessa doida-romântica-psicótica-e-infinitamente-neurótica que hoje sou. Talvez eu gostasse dele somente por ele ser quem era.