
Ele é um mar em qual eu mergulho. O medo? O medo se esvai junto com o ar dos meus pulmões, substituído pela água. Fico no fundo e não pretendo voltar… E se o fizer, que eu fique jogada na rua, como mendigo… Deixe-me beber o sol ao meio-dia, deixe-me ser o mar e escorrer pelos boeiros… Não sou digna de viver sem água no pulmão.