
Às vezes a gente acorda com vontade de ir embora, dar as costas, quebrar as venezianas, dar passos maiores que nossas pernas. Às vezes a gente acorda com sede de mundo, sede de ficar sozinho mas ter alguém do lado pra segurar nossa mão. E às vezes a gente acorda, assim, sem querer fazer sentido nenhum.