
“E pela janela do meu quarto eu vejo a chuva caindo lá fora. Lentamente vai molhando cada centímetro da paisagem e dando um novo aspecto à ela. O sujo torna-se limpo e opaco ganha brilho. A beleza, a pureza e a vivacidade que só pode ocorrer após uma tempestade. Então paro e reflito. Talvez seja isso que nossas almas precisem. Algo que as limpem, lágrimas que as purifiquem. E mesmo que inconscientemente, sabemos o que fazer; e é quando não conseguimos evitar o choro que nos sufoca até se tornar livre por nossas faces.”