Li aquelas duras palavras que ao mesmo tempo quebravam com todas as minhas expectativas de uma noite ótima e também faziam as lágrimas caírem intensamente pelo meu rosto. Senti meu coração pesar, havia uma grande dor emocional me consumindo. Que mundo confuso esse, cheio de gente que nada entende. Gente que adora inventar a vida, que mata três dragões todos os dias. Que conta vantagem, que não pede passagem, que mete nariz, boca, e grita dando opiniões. Que se sente feliz vendo a tristeza alheia. Mesmo com minhas neuras, bobices, criancisses, e todos os isses que os meus medos não me deixam negar eu ainda estou aqui. Dando minha cara a tapa, cheia de verdade pra mostrar. Não me entrego aos ratos, não me mato, não me bato, não provoco, não enrolo. E tudo isto, cheia de vontades de verdade. Porque de faltas de vontade, já me acostumo com as de suportar toda esta gente que finge ser, cheias de não-sei-o-quê. Sem ser, sem crêr, sem acrescentar, sem nada ter.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Li aquelas duras palavras que ao mesmo tempo quebravam com todas as minhas expectativas de uma noite ótima e também faziam as lágrimas caírem intensamente pelo meu rosto. Senti meu coração pesar, havia uma grande dor emocional me consumindo. Que mundo confuso esse, cheio de gente que nada entende. Gente que adora inventar a vida, que mata três dragões todos os dias. Que conta vantagem, que não pede passagem, que mete nariz, boca, e grita dando opiniões. Que se sente feliz vendo a tristeza alheia. Mesmo com minhas neuras, bobices, criancisses, e todos os isses que os meus medos não me deixam negar eu ainda estou aqui. Dando minha cara a tapa, cheia de verdade pra mostrar. Não me entrego aos ratos, não me mato, não me bato, não provoco, não enrolo. E tudo isto, cheia de vontades de verdade. Porque de faltas de vontade, já me acostumo com as de suportar toda esta gente que finge ser, cheias de não-sei-o-quê. Sem ser, sem crêr, sem acrescentar, sem nada ter.